quinta-feira, 27 de agosto de 2009

ANJOS SEM ASAS

Existe mesmo anjo? e ainda sem asas?Posso assegurar com toda certeza que eles existem sim,são inúmeros e estão sempre por perto quando deles necessitamos. Criaturas humanas com dons divinos , são sêres que se encontram sempre à nossa disposição quando estamos abatidos, carentes ou em dificuldades. Quando a iidade vem chegando e tudo parece perdido, eis que surgem eles e vem nos levantar o ânimo, a vontade de viver . Conselheiros habilidosos sabem como ninguèm proferie as palavras certas nos momentos certos. Mas, afinal a quem estou me referindo? Já mato a sua curiosidade: leitor de meus pensamentos. Tenho por enquanto tres criaturas angelicais (espero que este número se torne maior) que me sustentam nas horas difíceis. Um desses anjos ,linda critura de olhos azuis, é nossa querida neta. Ela está sempre preocupada conosco e nos enche de mimos. Meiga , dócil, tem sempre um parecer amigo em questões que se apresentam . Á ela uma vida coroada de felicidade e amor é o que mais desejo. Outra criatura que tem me aturado nas aulas e exercícios, com seu jeitinho meigo e calmo, é a minha fisioterapeuta. Não se cansa de me orientar dando sugestões para que eu me cure dessa artróse tão incômoda. Também meus desejos para que a sua vida seja um suave caminho coberto de venturas. E ainda tenho mais um anjo que me acompanha: minha nutricionista. Calma , de fala mansa, ela dá o caminho correto para que me alimente adequadamente a fim que a saúde não seja prejudicada por falta de cuidados necessários. Quem pode ser mais favorecida pela sorte do que eu? Anjos que me acompanham no meu caminhar, sêres confiáveis, amo voces ! Obrigada,por voces existirem e cruzarem o meu caminho!

sábado, 22 de agosto de 2009

REFLEXÕES SOBRE A VIDA

Como é preciso sabedoria e tática para se viver bem consigo mesmo, com os familiares e com os que nos rodeiam. Temos de usar sempre de tática e sintonia fina ao iniciarmos uma conversação. As palavras teem o poder de causar alegria, satisfação ou mágoa e tristeza aos que nos ouvem. Nada mais deselegante que uma pessoa que fala demais não dando espaço para que o outro também possa expressar seu pensamento. A pessoa educada fala e espera que o ouvinte responda ou dê sua opinião sobre o assunto. O velho adágio popular diz : quem muito fala,nada sabe. Ou melhor dizendo:erra muito. Com a idade a gente vai concluindo que a maneira mais correta é: ouvir mais e falar menos. Deve-se usar muito a observação antes de emitir um conceito sobre temas que muitas vezes poderiam melindrar aqueles que estão conosco. O silêncio em determinados momentos fala muito mais que as palavras.Viver é fácil; viver em harmonia com os circunstantes é difícil e demanda sabedoria . Tenho consciência de que muitas vezes devo ter cometido gafes, não me acho um modelo a ser imitado,porém procuro sempre o meio mais correto de agir na forma de viver. Se me procuram para um conselho, escolho sempre uma palavra que vá ajudar,nunca que vá ferir ou magoar. Nessas ocasiões me vem a mente os conselho de meus pais. Eles sempre nos orientaram no modo de agir com respeito ao próximo.Tivemos eu e minhas irmãs, conselhos sábios que nos servem de suporte nos caminhos da vida. E esse cabedal de conhecimentos eu dei a meus filhos e procuro repassá-los aos netos. Se uma herança deva ser deixada aos que nos precederem ,que seja a educação, respeito e honradez. Um verdadeiro homem não deve ser medido pelo que tem de conteúdo material,mas por seu interior. Essa riqueza ninguém tira ou rouba ela é perene.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

NO TEMPO DAS DILIGÊNCIAS...

Lembro-me perfeitamente das conversas com minha saudosa genitora em que ela me confidenciava como eram os namoros na sua juventude. Contava-me que ficava horas na janela, enquanto meu pai da esquina contentava-se em fitá-la de longe. Eu ria porque achava engraçada essa forma de namoro. E para todos os efeitos eles eram namorados, e apenas uma vez por semana se dava esse tão estranho namoro. Geralmente em finais de semana. Para ficarem noivos ,o pretendente devia conversar com o pai da eleita e ambos noivavam sentados na sala, tendo a seu lado o pai e a mãe. Velhos tempos... costumes familiares de gente tradicional, que resguardava o respeito de uns para com outros. Em minha juventude já tudo era diferente. Rodavamos pelo jardim da praça e com olhares furtivos escolhiamos nossos "flerts". Eram muitos... Quando a "paquera" já durava bastante com um aceno de cabeça um deles pedia o nosso consentimento para o namoro. Saíamos então das tais rodas,e iamos passear pelas rua ou então sentar no banco do jardim. Mas era com todo respeito; o máximo que se podia fazer era colocar o braço em volta da moça quando sentados. As vezes íamos assistir um filme no cinema local:o Vitória, que até hoje se encontra lá na praça. E no escurinho do cinema , o namorado arriscava roubar um beijo, tudo muito sutilmente porque o lanterninha(rapaz que passeava pelas cadeiras) se percebesse iluminava o casal com sua lanterna. Era o aviso para que nos mantivéssemos apenas de mãos dadas. Nadamais! Óh que tempinho bom era aquele... tão puro, tão singelo! A noiva ia para o altar, pura e casta, não havia tempo para que isso fosse diferente. E nem a gente teria a coragem de mudar o modo do namoro. Como os tempos atuais se modificaram! Hoje o fato de se manter na pureza ,tanto para o homem ,quanto para a mulher , é considerado como tremenda cafonice. Sinal dos tempos!!! não estou querendo dizer que meu tempo de juventude era o mais certo. Não! apenas que para a minha época ele foi o ideal. Talvez que se eu vivesse hoje na fase de minha mocidade eu também aceitasse essa forma de viver. Quem sabe? Estou simplesmente fazendo comparações de épocas remotas,com a de hoje. Quem tiver a paciência de ler ,saiba me perdoar se minhas palavras forem desconfortáveis. É apenas uma comparação sem o intuito de ofender quem quer que seja.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

MAS SERÁ POSSÍVEL?

Não sei o que se passa com você. Antes tão amigo, tão solidário, tão prestativo em me atender, agora seu comportamento me causa estranheza. O que houve? não mais podemos dialogar? Basta eu me sentar a seu lado e v ocê trava, se fecha num mutismo ,não se mostra aberto aos meus problemas e fico as vezes minutos infindos à espera de que ajanela aclhedora se abra ao meu convite.
Eu já me acostumei com as nossas conversas;se bem que não são diárias mas elas me fazem um grande bem. Sinto muito a sua falta quando não podemos estar um a frente do outro. Engraçado! a gente fica tão apegada a esta máquina que até parece que o mundo pára quando ela não responde aos nossos dedos tamborilando o teclado. É incrível como uma máquina consegue escravizar o homem,ao ponto de não podermos passar sem ela. Será que você está envelhecendo e pensando em aposentar-se? Já levamos várias vezes ao "médico" e cada vez que volta mostra-se pior. Vamos fazer o seguinte: vou deixá-la descansando por uns tempos, enquanto isso procurarei os serviços do seu irmão mais novo. Se bem que ele também as vezes se mostra ranzinza e não quer nos atender. Então está feita a proposta:descanse meu amigo, vou deixá-lo em paz.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

AINDA RESTA UMA ESPERANÇA: NEM TUDO ESTÀ PERDIDO...

Tem dias em que a gente acorda de mal com a vida. Já levantamos da cama "azedas",um mau humor , sem mesmo ter um motivo. Porém ao abrirmos a janela do quarto nos deparamos com flores na árvore da rua e em seus frondosos galhos os passarinhos em revoada saudam o dia que amanhece. No céu espiando timidamente, o sol abrindo as cortinas das nuvens se prepara para raiar esplendorosamente no céu. E fico então a pensar: porque devo ficar nesse estado desagradável? tenho mais é que me regozijar com toda a beleza que tenho diante de mim. A natureza em festa permanente me anuncia que nem tudo está perdido. Há vida no ar, há vida nas plantas , há vida no movimento de carros e pessoas nas ruas. A esperança em dias melhores não morreu... ela está viva no sentimento de amizade que nutrimos pelos que amamos; na gentileza e educação daqueles que desfrutam de nosso convívio, na alegria contagiante das crianças.O amor está no ar; basta que o cultivemos com carinho e cuidados como se fosse uma jóia; não deixemos que ele se vá e em seu lugar apareçam sentimentos menores. É preciso saber viver, como diz a canção do velho e sempre jovem Roberto Carlos. Tristezas e mau humor nos fazem mal e envelhecem causando rugas. Essas rugas aparecem nas faces e na alma também. É mister que se elas teem de aparecer inevitavelmente no rosto que tranquemos as portas da alma afim de que elas não entrem e nosso interior permaneça sempre jovial. É trabalhoso mas vale a pena! Quem não aprecia espíritos jovens e alegres mesmo que a idade seja avançada?