quarta-feira, 17 de junho de 2009
ELE CHEGOU...
Quem chegou? ele; e vem a todo vapor. Açoitando as noites com seu companheiro,ovento gelado vão passando por todos os lugares, obrigando as pessoas a se refugiarem perto de uma lareira ou de um fogãozinho á lenha. Desde as casas mais ricas até as mais pobres ele é recebido com as portas trancadas. Maltrata cruelmente aqueles pobres infelizes que não tem onde encostar a cabeça num travesseiro e debaixo de cobertas. Os notívagos, aqueles que perambulam pela noite, sem teto sem o conforto de uma casa aquecida são os que mais sofrem e por vezes morrem porque não aguentam o gélido hálito desta estação .Por mim , eu passaria sem ela, por mais que me agasalhe ,o frio não me abandona. Fico triste quando penso em velhinhos e crianças sofrendo bastante por falta de agasalho suficiente nesta época do ano. Para ajudá-los resta-noso consolo de doarmos peças de roupas e cobertas para a Campanha anual do agasalho. Se todos contribuirem com um pouco será de grande valia e amenizaremos o rio, com agasalhos e calor humano. Que todosa se compenetrem desse dever que é o de ajudar aos nossos irmãos necessitados.
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2 comentários:
é.. o frio é duro.. mas ainda prefiro ele ao calor... mas acho que lendo seu texto, vó, percebi que sou um pouco egoísta.. preciso pensar nos outros tb..
ainda que eu doe roupa, cobertor sempre que esfria.. é bom ser mais altruísta e entender que não é bom para todos..
acho que não gosto do calor pq tenhp pressão baixa..
É Dna. Janice, somos mais injustos do que pensamos, graças a nossa hipocrisia...Assim como a Gabe, tb pensei, ao ler o texto, que poderia ajudar mais.
Minha empregada, que trabalha em casa há 15 anos, está com cancêr de mama...em 2004 dei um casaco para ela, presente de um ex-namorado que eu não queria mais ver. Outro dia, ela disse que sempre vai com ele nas sessões de quimio para se sentir mais confortável e lembrar que tem pessoas que a querem bem...Isso me fez bem e mal ao mesmo tempo.
Bem por saber que ela se sente querida e mal por saber que faço pouco, muito pouco...
Muito bom o texto da senhora!
Beijos
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