quinta-feira, 12 de março de 2009
EU E OS FELINOS
Dentre todos os animais, os que mais admiro são sem duvida os felinos.Gosto de ver seu andar macio, como pisassem em plumas, a pelagem exuberante, a tática excepcional no ataque e também o amor que demonstram pelas crias. Desde criainança gostei de ter um gato em casa. Porém não tenho muita sorte com eles. Não duram muito comigo; ou ficam doentes, ou são mortos por vizinhos maldososou simplesmente morrem. Quando me casei tinhamos um gato preto angorá de nome Butche. Ele era lindo! meigo, bricalhão, mas, como todo gato notívago andava pelos telhados dos vizinhos a miar. Um desses vizinhos, incomodado com isso,deu veneno para o meu bichinho. Depois desse tivemos muitos outros gatos. Em Jau, tinhamos o Marelo, gato manso, peludo emuito querido pelos meus netos que eram pequenos ainda. Também foi envenenado e o encontramos morto numa das esquinas do nosso bairro. Quando morávamos na casa do dr. Maranho, em Jau mesmo tinhamos a Tirica, gatinha sapeca e seu irmão o Marelo (outro0 com o mesmo nome. Tirica deu cria de 4 ou 5 gatinhosNão me recordo bem). Ela pegava os filhotes pelo pescoço e os trazia para as camas do quarto. Como eram muitos gatos a tratar, despachamos alguns para outra pessoas. Em Barra Bonita, ganhamos um gato branco, também lanudo que Gabriela -minha neta- batizou com o nome de Dito. Dito viveu pouco tempo conosco, apenas uns oito anos. Ele gostava de caçar passarinhos, subir nas árvores que tinhamos no quintal e brincar com nossos cães. Pobrezinho! Ao mudarmos da Barra para cá em Limeira, ele estranhou demais a nova casa. Já não podia subir no muro e em arvores, porque aqui não temos, já não caçava passarinhos ,foi ficando triste e estressado. Coitado do Dito! a saudade de tudo o que ele desfrutava antes foi fazendo com que ele definhasse pouco a pouco. Emagreceu, não se alimentava direito e quando o levamos á veterinária, ele estava com anemia profunda. Com grande e enorme tristeza perdemos mais um de nossos felinos. Hoje só temos a Cler conosco. É uma cadelinha,negra da raça Dachaund. Espero que ela ainda viva bastante porque a casa sem animais fica muito triste.
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