domingo, 19 de outubro de 2008

UM DIA DE DOMINGO

Hoje amanheceu nublado. O sol tão desejado e esperado, ficou escondidoatrá sde densas nuvens e não mostrou a sua tão familiar claridade. Parece que a natureza compartilhava com a imensa tristeza de mãe Cristina. Ela está desesperançada, arrancaran-lhe uma parte das entranhas, e da alma.A querida filhinha, a doce Eloá´, já não faz parte da familia. Foi brutalmente sacrificada e agora está em outra dimensão. Já não terá mais apresença da filha amada. Os dias terriveis que antecederam este desfecho doloroso foram de angústia e sofrimentos para os pais e também para toda a sociedade ,que acompanhavaesta malfadada estória de amor.Amor? podemos chamar isto de amor? Certamente que não. É pura obsessão, sentimento egoista, que faz o cérebro maquinar idéias hediondas.Eloá pagou com a vida por não aceitar a convivência com o ex namorado. Foi negado a ela, o direito legitimo de escolher o melhor para si. Nesta hora, quando a morte chega e arrebata um ente querido, nada nem ninguém consegue amenizar a dor de quem fica. Nossos ouvidos ficam surdos, os olhos embaçam e o corpo ficaentorpecido pela dor. O normal e natural, seria os filhos enterrarem os pais, o inverso é cruel,muito cruel! Mãe Cristina (permita-me chamá-la assim) saiba que não está só em sua dor. Todos nós em sua imensa maioria, sofremos com voces, durante estas cento e tantas horas. Que as preces de muitos e o conforto de Deus nosso Pai , lhe deem um pouco de paz ao coração. (Dedicado a os familiares de Eloá)

Um comentário:

Gabe Manzo disse...

Realmente, não temos palavras pra dizer quanto é triste esta história!